11 APR.

Apresentação de Leonor Barata
Há livros e livros.
Há uns que se leem, alguns que leem o mundo, e os que nos leem a nós.
Há outros que se usam.
É o caso deste livro de António Alvarenga.
Feito para ser usado, lido, interpretado, oferecido, todo ou aos bocadinhos, colocado no início de uma prateleira para dar suporte a outros; pois é bastante consistente.
“Um cons(c)elho só é cons(c)elho se for dado, só é cons(c)elho retroativamente.
Por isso, aqui fica um cons(c)elho de partida: inicialização os cons(c)elhos deste livro e apresentar-os à pessoa certa.
Às vezes, uma pessoa certa somos nós próprios. Outras vezes, uma pessoa certa não existe.
Guarde o canhoto para si. Este livro só será livro quando der tudo o que tem."
Uhrzeit: 18.30 Uhr
Local: Livraria 100ª Página