Imagem de um grupo pessoas a ler um livro.

Mais que um clube de leitura, uma rede viva e política. Lemos para criar comunidade e escrevemos como cidadania. Ler nunca é um ato solitário.

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Depois de mergulharmos na 2ª leitura da temporada - “A mulher que prendeu a chuva” de Teolinda Gersão - voltamos a afirmar que isto é muito mais do que um simples clube de leitura: é uma rede viva, intergeracional e indisciplinada que pensa a literatura como gesto coletivo, político e afetivo.

Mais do que um programa, o PARADOXO propõe uma prática: ler para criar comunidade, escrever como exercício de cidadania, partilhar para romper o isolamento. Um movimento contínuo de encontro, tensão e polinização.

Entrar no PARADOXO é aceitar uma coisa simples: ler nunca é um ato solitário.

Mediadoras: Marta Moreira e Catarina Santos

Coordenação de Projeto: Carolina Cardoso

Horário: das 21H30 às 23H30

Local: PISO, Rua do Cabido nº7

Entrada livre, sujeita a inscrição

Mais informações: plataformadopandemonio@gmail.com