Quadro de Manuela Pimentel com uma composição de pedaços de azulejos

Exposição inédita de Manuela Pimentel que, a partir da poesia, lê a cidade como casa e espaço de liberdade.

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A partir de 16 de janeiro e até 21 de março de 2026, Manuela Pimentel (Portugal, 1979) apresenta na ZET, em Braga, a exposição “Quando eu morder a palavra, não me apressem”, que reúne um corpo de trabalho totalmente inédito. O título desta exposição tem como inspiração um excerto de um poema de Conceição Evaristo (Brasil, 1946) e propõe uma leitura e uma interpretação da etimologia da pequena topografia, tomando a cidade como a casa, a rua como uma casa de paredes sem teto. Num mapa curatorial construído pela poesia, a artista expande, em Liberdade, a linguagem que a caracteriza, convidando-nos para uma viagem reveladora da sua essência otimista e luminosa. A exposição tem curadoria de Helena Mendes Pereira. Patente de 16 de janeiro a 21 de março. Local: Zet Gallery